Os equipamentos serão usados na Unidade de Hidrotratamento de Diesel do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ)

Uma das traves do Pórtico pronta para expedição.
Araraquara (SP) - A IESA Projetos, Equipamentos e Montagens, com sede em Araraquara, no interior de São Paulo, irá fornecer para o Consórcio QGGI, formado pelas empresas Queiroz Galvão, Galvão, e IESA Óleo & Gás, duas Torres de Processo e um Vaso de Pressão, que serão usados no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), localizado em Itaboraí, no interior do estado do Rio de Janeiro.
A Torre de Processo Tag T-2500001, de dimensão menor, com 1300 mm de diâmetro e com 14500 mm de comprimento, terá a função de remover o oxigênio do diesel. Já a Torre de Processo Tag T-2500003, de maior dimensão, com três diâmetros internos diferentes (5.000 / 3.700 / 1.700 mm) e 35.000 mm de comprimento, será responsável pela remoção do Gás Sulfídrico (H2S) e da Amônia (NH3) do diesel.
Os equipamentos serão usados na Unidade de Hidrotratamento de Diesel da Refinaria (1º geração), com a finalidade de remover impurezas (S, N, O e Metais) presentes nas frações do petróleo e estabilizar os compostos insaturados. “A IESA já está fornecendo outras três Torres de Processo para o COMPERJ, em um contrato direto com a Petrobras. Isso mostra a tradição da empresa no fornecimento de Torres de Processo. No caso do fornecimento para o Consórcio QGGI, a Torre de dimensão menor, por exigência do cliente, será apoiada no Vaso Horizontal. É a primeira vez que fabricamos um equipamento para ser montado desta maneira, mostrando a capacidade que a IESA possui em assumir novos desafios”, explica Gustavo Beraldo Melges, Coordenador de Contratos da IESA.
O que é o COMPERJ
O complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) é um empreendimento da Petrobras, localizado no município de Itaboraí (RJ), destinado a refinar e transformar o petróleo proveniente da Bacia de Campos, no Norte Fluminense.
Com um investimento inicial de US$ 8,4 bilhões, o COMPERJ irá transformar o petróleo em petroquímicos, ou seja, produtos que servem para a fabricação de brinquedos, peças de carros, embalagens, copos e garrafas de plástico, tecidos, tintas, fibras, componentes para computadores, veículos, aviões e construção civil, entre outros.
O complexo deverá gerar mais de 200 mil empregos e ocupará uma área de 45 milhões de metros quadrados, com o início das operações previsto para 2014.